quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Newsletter do dia 22/08/2007

Últimos 40 artigos inseridos

Ações / Bolsa de Valores
Bolsa de Valores

Banco / Cheque / Conta
Bancos - O que é um banco e a importância dele para nossa vida.

Taxas / Índices
PIB - Definição e tipos

Imóveis
Financiar mais e reformar ou dar o dinheiro de entrada? Atenção aos juros

Carro / Veículo
Manutenção do carro consome 7% dos ganhos. Veja como economizar

Carreira / Emprego
Crescimento profissional: garanta o seu, aprendendo a negociar

Imóveis
Aprenda a lidar com seus vizinhos

Carreira / Emprego
Vestir a camisa da empresa: até que ponto isso é possível?

Carreira / Emprego
Criatividade: fundamental no ambiente de trabalho, mas como mantê-la?

Carreira / Emprego
e-Recruitment: processos de seleção ganham agilidade com a internet

Motivação
Você, por acaso, sabe o que é coaching?

Dívidas / Endividado ?
Profissional: somente salário mais alto pode não salvá-lo das dívidas!

Currículo
Quando pagar ou não para manter o currículo na internet?

Carreira / Emprego
Executivos se desligam de empresas por falta de "química"

Economizar / Poupar
Aprenda a usar a bateria do seu eletrônico e economize diminuindo número de trocas

Imóveis
Construção de metrô pode valorizar em até 20% imóveis da região

Imóveis
Imóvel novo é três vezes mais caro que antigo: avalie a economia

Aluguel
Como proceder para cobrar os vencimentos de aluguéis atrasados?

Saúde
Tontura - Vertigem - "Labirintite"

Imóveis
Como proceder para reaver o imóvel alugado?

Imóveis
Reformar imóvel antigo não garante valorização

Negócios / Empreendedorismo
Reunião estratégica: ponto de partida para a eficiente implantação de projetos

Defenda-se
Juro x multa: cobrança indevida deve ser devolvida em dobro

Saúde
Anemia

Entrevista de emprego
Para boas oportunidades, cuidado com a língua portuguesa

Economizar / Poupar
Suas contas: economize conhecendo a potência dos eletroeletrônicos

Carreira / Emprego
Líder: cinco fatores para garantir o sucesso depois da contratação!

Economizar / Poupar
O dinheiro está curto? Conheça algumas dicas para economizar com o gás

Saúde
Vitaminas

Consumidor
Foto: equipamento caro nem sempre é o melhor para fotógrafo amador

Taxas / Índices
Cálculo da taxa de Juros Pré-fixado

Carro / Veículo
Freios: qualidade do veículo depende do bom funcionamento do sistema

Carreira / Emprego
Sua memória está deixando você na mão? Veja como contornar o problema!

Filhos
Crianças conhecem o valor do dinheiro e a influência que exercem sobre os pais

Negócios / Empreendedorismo
Liderança: faça sua equipe crescer com você!

Economizar / Poupar
Marca própria: antes da compra, vale pesquisar preço frente à concorrência

Negócios / Empreendedorismo
Etiqueta profissional: saiba como agir em reuniões

Carreira / Emprego
Como você encara as mudanças em seu local de trabalho?

Negócios / Empreendedorismo
Rede de contatos: boa alternativa para você vender sua imagem

Imóveis
Venda de imóveis: veja quais melhorias têm melhor retorno de investimento


Comentários da semana
Nos últimos anos, foram raros os momentos de intensa volatilidade, como a vivenciada na semana anterior. O principal motivo seguiu sendo problemas relacionados ao crédito nos EUA e em outros países, inicialmente restrito ao subprime do segmento hipotecário.A situação exigiu interferência diária de diversos bancos centrais, já que a liquidez se contraiu de forma absurda, dada a insegurança dos agentes sobre que instituições estariam com problemas. Vários BCs injetaram expressivas somas, sem conter os problemas que determinaram fortes quedas em todos os segmentos dos mercados de renda variável, especialmente o acionário e metais básicos. O ápice da volatilidade foi atingido na sessão de 16/08, quando a Bovespa chegou a estar em queda de quase 9% e diversos mercados derivativos bateram limites de queda.Só houve uma melhor reversão da situação quando o FED decidiu reduzir a taxa de desconto para 5,75% para empréstimos assistenciais e ajuste de fluxo, provocando rápida recuperação dos mercados. Apesar disso, no mercado local, o desmonte de posições ainda continuou, forçado pelo vencimento do índice e preparação do vencimento de opções em 20/08.


Perspectiva
A próxima semana é razoavelmente vazia de indicadores importantes, o que pressupõe as atenções voltadas integralmente para os problemas de crédito, para a atuação dos bancos centrais espalhados pelo mundo e para a perspectiva do FED reduzir a taxa básica do patamar de 5,25%. Nesse aspecto, as negociações dos Fed Funds embutem essas perspectivas com 100% de certeza até o final de dezembro de 2007, o que poderia reduzir pressões e melhorar a inadimplência no crédito.A volatilidade dos mercados será determinada pela atitude dos BCs na resolução dos problemas, ao mesmo tempo em que os agentes tentarão determinar o volume de perdas e as instituições afetadas, além da capacidade de absorção de prejuízos.Somos de opinião que os mercados podem recuperar parte das perdas incorridas recentemente, porém de forma lenta e seletiva, em função dos riscos que envolvem os mercados. Por aqui, a ultrapassagem dos vencimentos futuros pode reduzir pressões, deixando os mercados mais normais no curto prazo, muito embora com grande volatilidade e mudanças de curso ao sabor do noticiário.

Bolsa US
As bolsas norte-americanas devem prosseguir numa tendência de queda nos próximos dias. Os investidores, diante da necessidade de liquidez para fazer frente a compromissos financeiros ou até mesmo de realinhamento de portfolios para ativos de menor risco, continuarão a se desfazer de ativos de risco mais líquidos, como é o caso das ações de primeira linha.

Mercado Doméstico - Renda Fixa
O mercado de juros doméstico apresentou grande mudança nos últimos dias. A abertura das taxas reflete mais a zeragem de posição dos agentes domésticos do que uma mudança dos fundamentos. A inflação está abaixo da meta e deve permanecer modesta no curto prazo, mesmo com a desvalorização cambial verificada até o momento. Poucas vezes o mercado esteve tão direcional quanto antes da crise; portanto, o ajuste de preços deve ser um pouco mais longo. Embora a curva esteja com uma inclinação bastante elevada, é pouco provável que as taxas recuem no curto prazo e, não obstante acreditemos que as taxas irão ceder ao final do processo, nos parece cedo para nos posicionarmos.

Mercado Doméstico - Renda Variável
O mercado na semana que vem
Ainda é cedo para afirmar que o pior já passou no que diz respeito à crise dos mercados acionários globais.Até o momento, o movimento dos mercados é de aversão ao risco e o mercado brasileiro tende a ser muito afetado, em virtude da sua alta liquidez e da grande representatividade de suas ações.No entanto, é cedo para afirmar que esse ajuste é definitivo e que poderá deteriorar os fundamentos positivos da economia brasileira - que é o principal motivo para a nossa visão otimista de bolsa no médio prazo.Em mais uma semana de forte volatilidade, o Ibovespa caiu 10,1%, voltando a ficar abaixo de 50 mil pontos. O nervosismo foi resultado das notícias referentes ao mercado de crédito imobiliário americano e do temor que a crise não fique restrita a esse setor.No front doméstico, na próxima semana serão divulgadas as seguintes informações relativas ao mês de julho: arrecadação fiscal, taxa de desemprego e dados de contas externas (saldo de conta-corrente e investimento direto). No caso dos mercados internacionais, a agenda é mais leve, com destaque para o anúncio de dados de vendas de novas residências e de pedidos de bens duráveis.

Top picks da semana
Apesar de Agra, AmBev, Eletropaulo e Petrobras terem divulgados resultados positivos durante a semana, todos os top picks apresentaram queda no período, acompanhando o mercado.A AmBev reportou lucro líquido no segundo trimestre de R$ 449 milhões, com vendas líquidas de R$ 4,525 bilhões. Os números saíram em linha com as nossas expectativas. A empresa ganhou participação de mercado nos últimos meses, e acreditamos que essa tendência irá continuar nos próximos trimestres.Agra divulgou resultado do segundo trimestre, apresentando lucro líquido de R$ 20 milhões. Destacamos o forte aumento do landbank (estoque de terrenos) da empresa, que cresceu de R$ 7,0 bi para R$ 11,0 bi após a abertura de capital ocorrida em abril de 2007.


terça-feira, 14 de agosto de 2007

Reportagem do IGF ao jornal G1 (globo.com)


Economize e garanta seu '14º salário'


Clique aqui para ver a reportagem direto do site G1 da globoou copie o endereço abaixo:http://g1.globo.com/Noticias/Economia/0,,MUL86180-5599,00.html
Ou veja a reportagem em nosso site.
Clique aqui.




Especialistas ensinam como planejar suas finanças e fazer seu dinheiro render. Economizando 10% do salário, é possível fazer boas compras ao fim de um ano.


Laura Naime Do G1, em São Paulo


Para grande parte dos assalariados, o 13º salário representa a chance de fazer uma viagem, comprar um computador ou dar entrada em um carro novo. Se esse salário "extra" pode salvar as finanças do ano, o que um 14º pode fazer?


É claro que não dá para forçar sua empresa a pagar um salário a mais, embora existam companhias que ofereçam o benefício. Mas, para quem não tem essa sorte, não é tão difícil chegar ao final de 12 meses com um salário inteirinho a mais na conta. Com planejamento e alguma economia, qualquer um pode fazer o próprio 14º salário. O G1 consultou especialistas para ajudar você a fazer seus 13 salários virarem 14 e garantirem "aquele" sonho de consumo.



Começando do zero
Não adianta deixar para economizar no final do mês. Assim que o salário chegar, separe a parte que será reservada para seu décimo-quarto salário. Encare a poupança como uma conta: pague no começo do mês. "Se o dinheiro fica na conta, você acaba gastando. Vai postergando essa poupança e acaba não economizando nunca", adverte o economista Alexandre Lignos, da consultoria IGF.
Para garantir um salário a mais, a meta deve ser economizar 8,3% do seu pagamento mensal (considerando 12 salários). Ou seja, se o seu salário é de R$ 1.000 líquidos, R$ 83 devem ser reservados todos os meses, para chegar ao final do ano com outros R$ 1.000 na conta.
Segundo o economista Alexandre Assaf Neto, professor da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), como esse dinheiro vai ser aplicado, dá até para guardar um pouco menos. "Alguém que ganha R$ 1.000 pode fazer essa poupança com R$ 80 por mês", diz.


Já Lignos é mais conservador. Para deixar uma margem de segurança – para aquele mês em que você estiver mais apertado – ele sugere poupar 10% do salário, se o 13º ficar de fora da conta. Se você puder economizar parte do salário extra, essa porcentagem cai para 8%.


Cortando as gordurinhas
Para fazer um pé-de-meia, não há mágica: é preciso aumentar a receita ou diminuir as despesas. E economizar não é fácil. "É preciso ter disciplina", ensina Assaf. "A pessoa tem que organizar o que são suas necessidades vitais, o que são gastos que podem ser cortados, e colocar prioridades", diz. Nessa conta, tudo o que for supérfluo deve ser reavaliado. Assaf sugere uma série de perguntas que você deve se fazer na hora de economizar: Quanto você gasta com alimentação? É possível reduzir? Você pode deixar o carro em casa e ir para o trabalho de metrô ou ônibus? As roupas que você compra todo mês são essenciais? Você conta até dez antes de fazer uma compra?


Para o professor de finanças Rafael Paschoarelli, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), pequenas mudanças de hábitos podem render frutos. "Parar de aceitar balinhas como troco, tirar na tomada equipamentos que você usa pouco, isso reverte em economia", diz. Se você fuma, aproveite o momento para parar: o cigarro é uma despesa e tanto no bolso, alerta Paschoarelli.O que você carrega no bolso também pode colaborar. Deixe em casa o cartão de crédito e evite a tentação. O ideal é levar apenas o dinheiro que você vai precisar no dia. O supermercado é outro vilão do orçamento. "Deixe lá chocolates, iogurtes e outras coisas que você não precisa", diz Lignos.


Incentivo
A publicitária Renata Caruso tem um motivo e tanto para guardar dinheiro: tem planos de se casar. "Mas ainda tenho alguns surtos consumistas", confessa. Ter um objetivo, como Renata, é o melhor incentivo para economizar. Se você tiver como meta uma viagem, fica mais fácil abrir mão da calça que você estava namorando na vitrine, por exemplo. Quando for fazer os cortes no seu orçamento, atenção às coisas das quais você não está disposto a abrir mão. Se ir à manicure ou ao cinema todas as semanas é essencial para você, busque outras alternativas.


Onde aplicar o pé-de-meia
Embora a inflação esteja baixa, embaixo do colchão ainda não é um bom lugar para guardar dinheiro. "Se o objetivo da economia for um gasto no curto prazo, os especialistas recomendam investir em fundos de renda fixa ou DI. "Até mesmo uma poupança resolve", diz Lignos. Como as taxas de rendimento são muito parecidas (em todo dos 0,6%), o ideal é verificar, com o gerente do banco, no momento da aplicação, qual é a melhor alternativa. Mas as diferenças, segundo Assaf, "vão estar nas casas decimais".

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

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A Newsletter: Serviço extra prestado por um site. Os usuários recebem, quase sempre por e-mail, um resumo atualizado de noticias de seu interesse. Ou então a newsletter faz parte do próprio site e é (ou deveria ser, como seu nome sugere) uma carta de novidades.

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Boletim IGF - 06/08/2007

Boletim IGF - 06/08/2007


Mais um módulo inserido no site !


Como são as escolhas de um grande investidor com perfil agressivo ?

Criamos uma carteira simulada com o objetivo de acompanhar os rendimentos. São valores fictícios onde distribuímos uma porcentagem em bancos , gestores e fundos.Clique aqui para acessar a página.

Qual é a atualização desta página ?

• Mensalmente: todo mês fazemos a atualização de valores e porcentagens
• Eventualmente: Como dependemos de fatores externos, a cada mudança feita devido a politica externa, ou mau desempenho de papeis, fundos, gestores, bancos ou corretoras, estaremos atualizando em nosso
histórico (clique aqui para ver) e informando a nossos usuários.

Dividimos a simulação em 8 passos.
» 1º passo: Definição da meta
» 2º passo: Porcentagem aplicada em cada tipo de fundo
» 3º passo: Rendimento médio em cada tipo de fundo
» 4º passo: Identificação de risco
» 5º passo: Rendimento de cada tipo de fundo
» 6º passo: Acompanhamento da divisão de risco
» 7º passo: Quanto o patrimônio aumentou individualmente
» 8º passo: Verificação do aumento total do patrimônio

Segue anexo um Feedback do mercado vale a pena ler:

É hora de voltar para o fundo DI?

Especialistas aconselham investidores a não se impressionarem com as turbulências da Bolsa e manterem suas estratégias de investimentos

por Francine De Lorenzo

Após a queda na semana passada de quase 8% no Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), e o surgimento de mais dúvidas quanto ao setor de crédito imobiliário nos Estados Unidos, muitos investidores começaram a se perguntar se já não é chegada a hora de voltar para os fundos de renda fixa. Afinal, em julho, a Bolsa caiu 0,39%, enquanto os fundos DI foram os campeões de rentabilidade. Além disso, no ano, o Ibovespa já acumula alta de 22% - e, portanto, é de se esperar uma realização de lucros.

A resposta, segundo os especialistas, é não. "O investidor não deve tomar decisões com base em fatores pontuais. O ideal é que ele faça uma avaliação de seu perfil de investimentos ( clique aqui e veja o seu) e monte uma carteira diversificada. Assim, as eventuais perdas em uma aplicação são compensadas pelos ganhos de outra", afirma a superintendente de Produtos de Investimentos do Citibank, Elizabeth Gomes.
Agir por impulso, alertam os especialistas, é um dos maiores erros que o investidor pode cometer. Quem modifica sua estratégia de investimento a cada movimento de sobe-e-desce do mercado corre o sério risco de perder sempre, pois provavelmente irá realizar prejuízo ao sair da Bolsa na baixa, e voltará ao mercado na hora errada, quando parte da valorização já estiver incorporada no preço das ações. Resultado: o investidor acabará fazendo exatamente o contrário do desejado, que é comprar na baixa para vender na alta e embolsar o lucro.

"Todo movimento de queda traz consigo uma oportunidade de investimento. Quem opera constantemente no mercado sabe disso, tanto que apenas na segunda-feira (30/7) a bolsa subiu mais de 3%", afirma Gustavo Cerbasi, consultor financeiro e autor do livro "Dinheiro - os segredos de quem tem". Isso quer dizer que vale a pena comprar ações toda vez que a Bolsa cair? Não. A Bolsa é bom negócio quando as empresas estão saudáveis e apresentando crescimento sustentável - como agora, segundo avaliação dos especialistas. O perigo surge quando as mudanças no cenário econômico afetam os negócios das empresas, reduzindo seu resultados.

"Enquanto a movimentação no mercado for apenas financeira – ou seja, sai de um investimento para entrar em outro – não há motivos para deixar de investir na Bovespa", diz Cerbasi. As oscilações da semana passada foram causadas, principalmente, pela transferência de recursos dos investidores estrangeiros, que diante dos dados negativos da economia americana buscaram proteção nos títulos públicos dos EUA. Aos olhos dos analistas, ainda não há motivos para preocupação e a Bolsa brasileira deve recuperar as perdas da semana passada nos próximos dias.


Mudança de Comportamento

Apesar de ainda causar frio na barriga de muitos investidores, o sobe-e-desce do mercado já não agita tanto as aplicações de quem está fazendo pé-de-meia. "Pouco tempo atrás era comum os investidores correrem para transferir o dinheiro de uma aplicação para outra ao menor sinal de mudança no mercado. Hoje, os investidores estão mais maduros e já começam a entender que, com a queda dos juros, será necessário correr mais risco para ter um retorno melhor", diz Elizabeth.

Prova desse amadurecimento, segundo a executiva, é o fato de que a queda na Bolsa na semana passada não causou uma fuga dos fundos de ações e multimercados, que sofrem com as oscilações do mercado. A captação desses fundos cresceu em julho, pelos dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid). Até o último dia 25, os fundos de ações contavam com patrimônio de 114,2 bilhões de reais, ante 108,1 bilhões acumulados no mês passado. Os fundos multimercados contabilizavam 253,8 bilhões de reais, 8,7 bilhões de reais a mais que em junho.

Já os fundos renda fixa tiveram seu patrimônio reduzido em 2,4 bilhões de reais, para 362,4 bilhões de reais, e os fundos DI registraram leve aumento de patrimônio, passando de 165,8 bilhões de reais em junho para 166,9 bilhões de reais neste mês. "Mesmo com as turbulências na Bolsa, não deve haver uma migração de recursos para os fundos DI. Isso somente aconteceria se o governo sinalizasse uma alta de juros, o que não é o caso.Esses fundos serão, cada vez mais, destinados para objetivos de curto e médio prazos, ficando a Bolsa como o investimento de longo prazo dos brasileiros", afirma Cerbasi.